Núcleo de Sociologia Econômica
  • Programa de cursos de extensão: Economia Criativa e modelos de autogestão

    Publicado em 02/07/2020 às 15:36

    O NUSEC vem por meio desta postagem informar que fomos contemplados pelo Edital Nº 2/2020 da PROEX, que possibilita o acontecimento de 12 cursos de extensão por parte do núcleo dentro do Programa de Economia Criativa e modelos de autogestão, começando esta semana, dia 30/06. Os cursos são oferecidos gratuitamente pela UFSC na plataforma Moodle grupos (https://grupos.moodle.ufsc.br/). As inscrições do primeiro curso estão disponíveis em: http://inscricoes.ufsc.br/curso-01-economiascriativas

    Entenda mais sobre a proposta:
    O “Núcleo de Economia Criativa e modelos de autogestão” é um programa de extensão que objetiva criar na internet plataformas e redes de economia criativas e de autogestão. Destaca-se a clara a situação de vulnerabilidade em que muitos dos microempreendedores(as) do país se encontram por causa da pandemia da COVID-19. Este curso busca efetivar diretrizes dos ministério da Economia e da Secretaria Especial da Cultura ao promover redes entre os (as) trabalhadores(as) e comunidades em situação de vulnerabilidade ou que busquem aprimorar sua gestão administrativa tornando-as fortes e solidárias, fomentando a autogestão, o uso de plataformas digitais, a economia criativa e a consolidação de iniciativas sustentáveis que proporcionem alternativas concretas de produção. Além disso, o Núcleo promove a formação de professores e da comunidade na criação de modelos de autogestão, indicando o compromisso da Universidade Pública na geração de conhecimento e desenvolvimento sustentável para a sociedade pós-quarentena da COVID-19.

    Objetivos:
    1. Analisar a história da economia criativa
    2. Criar na internet plataformas e redes de implementação e fóruns de economia criativas
    3. Estudar a história da economia solidária e da autogestão
    4. Indicar modelos de gestão empresarial e social a micro empreendedores, comunidades que vivem de produtos artesanais e a alunos.

    *Estratégias Didáticas:As estratégias terão aulas gravadas, por webconferência e chats (sala de batepapo), como atividades síncronas e recebimento de e-mails como atividades assíncronas. Envio de apostilas e indicação de documentários sobre os temas propostos.Todos os cursos terão 50 vagas para a comunidade interna e externa à UFSC.

    Resultados esperados:
    1. Criar e mapear as redes de empreendimentos pautados pela economia criativa, via digital
    2. Criar um fórum digital permanente de economia criativa
    3. Criar uma página na web com as iniciativas de economia criativa criadas ou conhecidas pelos alunos e professores do curso de extensão
    4. Gerar alternativas de empregabilidade para pessoas que perderam seus empregos na pandemia da Covid-19 5. Estimular e formar educadores entre outros profissionais na economia criativa e de autogestão
    5. Efetivar práticas de desenvolvimento sustentável, emprego e renda com uso das plataformas digitais.

    Conheça os 12 cursos:


  • Ações Básicas no Moodle

    Publicado em 21/06/2020 às 23:17

    O primeiro curso do “Núcleo de Produção de Conteúdos Digitais: Economia criativa e modelos de autogestão” terá como tema as “Ações Básicas no Moodle” com o seguinte programa:

    Ambientação com a plataforma Moodle; Ferramentas e configurações; Envio de mensagens; Inserção de participantes; Recursos e atividades; Agrupamento de turmas; Acesso de visitantes; Frequência; Criação de avaliações diversas com ou sem atribuição de notas.

    Inscrições de 21 de junho a 28 de junho

    Período: 29 de junho a 5 de julho
    Carga horária: 8 horas
    Ministrantes: Profª Dra. Marcia da Silva Mazon
    Israel Aparecido Gonçalves (Doutorando)
    Natália F. A. Rangel (Mestra)

    Inscriçõeshttp://inscricoes.ufsc.br/curso-01-economiascriativas

    O Núcleo de Economias criativas e modelos de autogestão é um programa de extensão que objetiva criar na internet plataformas e redes de economia criativas e de autogestão. Destaca-se a clara a situação de vulnerabilidade em que muitos dos microempreendedores(as) do país se encontram por causa da pandemia da COVID-19. Este curso busca efetivar diretrizes dos ministério da Economia e da Secretaria Especial da Cultura ao promover redes entre os (as) trabalhadores(as) e comunidades em situação de vulnerabilidade ou que busquem aprimorar sua gestão administrativa tornando-as fortes e solidárias, fomentando a autogestão, o uso de plataformas digitais, a economia criativa e a consolidação de iniciativas sustentáveis que proporcionem alternativas concretas de produção. Além disso, o Núcleo promove a formação de professores e da comunidade na criação de modelos de autogestão, indicando o compromisso da Universidade Pública na geração de conhecimento e desenvolvimento sustentável para a sociedade pós-quarentena da COVID-19.

    Objetivos:

    1. Analisar a história da economia criativa
    2. Criar na internet plataformas e redes de implementação e fóruns de economia criativas
    3. Estudar a história da economia solidária e da autogestão
    4. Indicar modelos de gestão empresarial e social a microempreendedores, comunidades que vivem de produtos artesanais e a alunos.

    Estratégias Didáticas:
    As estratégias terão aulas gravadas, por webconferência e chats (sala de bate-papo), como atividades síncronas e recebimento de e-mails como atividades assíncronas. Envio de apostilas e indicação de documentários sobre os temas propostos.Todos os cursos terão 30 vagas para a comunidade interna e externa à UFSC.


  • Participação do NUSEC na ANPOCS 2018

    Publicado em 12/11/2018 às 22:27

    O Núcleo de Sociologia Econômica da UFSC esteve presente, por meio da professora coordenadora do núcleo, Marcia da Silva Mazon, no 42º encontro da ANPOCS, que ocorreu entre os dias 22 e 26 de outubro na cidade de Caxambú.

    Fórum na ANPOCS – Caxambú- MG: Fórum 3 – Novas perspectivas da Sociologia Econômica.Sala 22 – Hotel Palace – 25/10/2018 –  Sessão 3- Sociologia Econômica Brasileira: avanços, limites e a construção de novos horizontes. Coordenação: Maria Aparecida Chaves Jardim (UNESP).

    O objetivo do Fórum foi propor uma reflexão sobre os avanços, limites e novos horizontes da sociologia econômica no Brasil. As apresentações se basearam em análises e experiências empíricas oriundas de diferentes contextos de pesquisa, nas quais os participantes compartilham do mesmo diagnóstico: vigorosa há quase 20 anos e com uma produção densa e interdisciplinar, a sociologia econômica brasileira tornou-se uma referência nos debates sociológicos contemporâneos. Contudo, para manter seu poder analítico, torna-se necessário identificar seus avanços, limites e novas agendas. A primeira exposição, de André Vereta-Nahoum (USP), refletiu sobre a participação de diferentes campos do conhecimento no desenho de mercados e instituições econômicas para propor um novo padrão de relacionamento da sociologia com a economia. Em seguida, Márcia Mazon (UFSC) abordou os desafios do mundo rural e novos objetos de pesquisa a partir da lente da Sociologia Econômica. Finalmente, Cristiano Monteiro (UFF) abordou a análise do capitalismo e do neoliberalismo a partir das diferentes apropriações da ideia de embeddedness desde o ressurgimento da Sociologia Econômica na década de 1980 até o contexto atual.


  • Defesas de pesquisas do NUSEC

    Publicado em 12/11/2018 às 22:19

    No dia 14 de setembro de 2018, na sala de reuniões do Programa de Pós-graduação em Sociologia Política da UFSC, foi realizada a defesa da tese de doutorado da pesquisadora Bárbara Michele Amorim  (segunda da esquerda para a direita na foto) sob título: Novo corpo, nova vida: o mercado de cirurgia bariátrica em perspectiva sociológica.


    A banca examinadora foi composta por:

    Profª. Dra. Márcia da Silva Mazon – Orientadora (primeira à esquerda na foto)
    Profª. Dra. Elaine da Silveira Leite – UFPel (via Skype)
    ProfA. Dra. Sandra Noemi Cucurullo De Caponi – PPGSP/UFSC (segunda da direita para esquerda)
    Prof. Dr. Rodrigo Otávio Moretti-Pires – PPGE/UFSC (membro) (primeiro à direita)
    Prof. Dr. Eduardo Vilar Bonaldi – PPGSP/UFSC (suplente)
    Prof. Dr. Antonio Alberto Brunetta – PPGE/UFSC (suplente)

    Resumo da pesquisa:
    Ao abordar o campo das cirurgias bariátricas como a emergência de um novo mercado na área da saúde, mobilizamos as análises da Nova Sociologia Econômica para refletir sobre a criação desse mercado. Tanto na abordagem da Nova Economia Institucional como na da racionalização da saúde com sua noção de risco, os indivíduos agiriam apenas de forma racional diante da obesidade e fariam a cirurgia como forma de diminuir os mesmos. Porém, de acordo com Bourdieu e Fligstein a nova sociologia econômica constrói a análise do campo econômico a partir dos aspectos históricos, culturais e políticos. O recorte eleito para nossa análise é: de que maneira médicos, profissionais da saúde e seus discursos contribuem para construir e legitimar a cirurgia bariátrica como procedimento cirúrgico possível e necessário.

    Partindo da hipótese de que o cirurgião é mais importante no momento da produção discurso (veiculação de informações em blogs, sites e facebook) que antecede a cirurgia do que no momento da prática no campo, pretendemos – inspirados em Bittencourt et al (2013) – compreender como a cirurgia bariátrica é legitimada pelos diversos atores (cirurgiões, endócrinos, psicólogos, nutricionistas e pacientes) e analisar os sentidos e riscos negociados entre saúde e doença.

    No dia 9 de setembro de 2018, na sala de reuniões do Programa de Pós-graduação em Sociologia Política, foi realizada a defesa da dissertação de mestrado da pesquisadora Natália Fonseca de Abreu Rangel (segunda da esquerda para a direita na foto) sob título de: O ativismo gordo em campo: política, identidade e construção de significados.

    A banca examinadora foi composta por:

    Profª. Drª. Marcia da Silva Mazon (PPGSP/UFSC) – Orientadora (segunda da direita para a esquerda na foto)
    Profª. Drª. Sandra Noemi Cucurullo de Caponi (PPGSP/UFSC) (primeira à esquerda)
    Prof. Dr. Rodrigo Otávio Moretti Pires (PPGE/UFSC) (primeiro à direita)
    Prof. Dr. Tiago Daher Padovezzi Borges (PPGSP/UFSC) – suplente

    Resumo da pesquisa:
    A presente investigação tem como objetivo a análise e descrição de maneiras pelas quais o ativismo gordo se legitima no Brasil abrangendo a construção de significados, organização e estratégias de ativistas gordos/as. Para tal são estudados aspectos sociais norteadores para a discussão sobre a construção da gordofobia na sociedade, tais quais: as mudanças na alimentação e no trabalho na sociedade contemporânea e neoliberal; a patologização da pessoa gorda e as controvérsias do discurso médico sobre obesidade; e o ativismo gordo. Também se analisa como agentes ativistas gordas/os se organizam em relação aos campos econômico e midiático estabelecendo relações de afeto, embate e disputa de significados. São recursos metodológicos neste trabalho a netnografia, entrevistas presenciais individuais semi-estruturadas, pesquisa de campo, grupos focais, análise de discurso e análise de conteúdo. Para realizar as análises propostas foram utilizados como referenciais teóricos principalmente os autores Pierre Bourdieu a partir dos conceitos de campo e habitus, Howard S. Becker a partir de conceitos e categorias da teoria sobre estabelecidos e outsiders, construção social do ponto de vista de Deborah Lupton e Viviana Zelizer à luz dos conceitos de esferas hostis e vidas conexas. Foi possível concluir que os conceitos construídos por ativistas gordas/os são estabelecidos por meio de disputa de significados dentro desse grupo de outsiders sem inclinação política homogênea, e fora deste grupo disputando significados em relação a conceitos legitimados pelo discurso médico e no imaginário popular que fazem parte da estigmatização do corpo gordo. Há incorporação do uso de categorias nativas do ativismo gordo por parte da mídia e do mercado. Nota-se a influência de outros ativismos relacionados à multiplicidade identitária como LGBTQ+, feminismos e movimento negro nas pautas do ativismo gordo. A partir da relação com diversos campos, são estabelecidas práticas e traçadas estratégias de resistência e/ou adequação por parte de ativistas gordas/os.


  • PESQUISA DE MESTRADO TRATA SOBRE O PAPEL DO ESTADO NA CULTURA

    Publicado em 11/04/2018 às 23:50

    Estudiosos das ciências sociais abordam o tema dos mercados como uma
    construção político-cultural (Fligstein, 2001a, 2001b; Fligstein e Mara-Drita, 1996;
    Bourdieu, 2005). […] os mercados precisam de regras que são reforçadas pelo Estado
    para funcionar (SILVA-MAZON, 2009). Em vista disso e levando em consideração o
    papel do estado na cultura, faz-se necessário aprofundar-se na relação Estado-mercado,
    e o papel do Estado na cultura segundo o viés da Sociologia Econômica, investigando a
    constituição do cinema como fenômeno de mercado no Brasil, como se estrutura o
    mercado de bens culturais, com foco particular no cinema, e como se dá a disputa dos
    atores aos mecanismos de acesso ao Estado e qual a melhor forma de estabilizar essas
    concorrências.

    Palavras-chave: Políticas Públicas; Política Cultural; Estado; Cultura; Renúncia Fiscal;
    Cinema.

    Daniela Cristina Geisler

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  • PALESTRA

    Publicado em 18/03/2018 às 13:56

    A atuação da defensoria pública do Estado de São Paulo no interior do sistema de justiça criminal

    Dr. Rafael Godói

    USP

    Data: 28 de março de 2018 (quarta)

    Horário: 10 hs

    Local: Miniauditório do CFH – UFSC


  • Defesa de Tese

    Publicado em 14/09/2017 às 21:28
    Leandro Santos
    CAPITAL DA INOVAÇÃOARRANJOS INSTITUCIONAIS DO EMPREENDEDORISMO INOVADOR NO POLO
    TECNOLÓGICO DE FLORIANÓPOLIS
    Dia 15/09/2017
    Local Sala de reuniões do PPGSP
    Horário 14h00
    Banca Marcia da Silva Mazon – Orientadora
    Iuri Luna (PPGP-UFSC)
    Sandro Ruduit (UFRGS -membro)
    Ernesto Seidl (PPGSP_UFSC)

  • Defesa de Tese

    Publicado em 26/01/2017 às 18:21
    Leandro dos Santos
    CAPITAL DA INOVAÇÃOARRANJOS INSTITUCIONAIS DO EMPREENDEDORISMO INOVADOR NO POLO
    TECNOLÓGICO DE FLORIANÓPOLIS
    Dia 15/09/2017
    Local Sala de reuniões do PPGSP
    Horário 14h00
    Banca Marcia da Silva Mazon (UFSC – presidente)
    Sandro Ruduit (UFRGS -membro)
    Ernesto Seidl (UFSC – membro)

     


  • Qualificação de Mestrado

    Publicado em 22/08/2016 às 18:54
    Jean Mateo P. Lago Jogos eletrônicos no Brasil
    Dia 30/08/2016
    Local Sala de reuniões do PPGSP
    Horário 15h30
    Banca Marcia da Silva Mazon – Orientadora
    Carmen Rial – PPGSP
    Ernesto Seidl – PPGSP

     


  • Qualificação de Mestrado

    Publicado em 22/08/2016 às 18:53
    Luciene Amantini Trajetórias laborais dos terceirizados da UFSC
    Dia 26/08/2016
    Local Sala de reuniões do PPGSP
    Horário 14h
    Banca Marcia da Silva Mazon – Orientadora
    Laura Senna Ferreira – UFSM
    Maria Soledad E. Orchard – PPGSP/UFSC